Não gosto muito de blogs que apenas postam vídeos do youtube e escrevem uma ou duas linhas de comentário. Nem daqueles que para dizer que escreveram um comentário, descrevem exatamente o conteúdo do vídeo. Porém, neste caso abaixo, o vídeo já diz tudo! Aprendam com Penelopy GaGa como fazer a sua própria divulgação! E de quebra ainda faça com que a sua divulgação seja o novo hit da música pop! Se você "quer ser arTIsta" esse é o caminho!
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Aula de marketing pessoal
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Conclusões neste dia especial
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domingo, 26 de abril de 2009
Kaka - kkkkk
Hoje recebi um singelo scrap/convite:
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domingo, 12 de abril de 2009
Lidando com crianças
Não adianta negar. Está sangrando, vê?
Deixa essa lágrima cair! Pode ser agora, ou em algum outro momento sozinha, mas que as lágrimas sejam suas e não de outros.
Posso até emprestar um sorriso para ver sua alegria, mas se insistir em arranhar os outros para sentir-se menos arranhada, não poderei fazer mais nada.
Enquanto você pisa nos outros para sentir-se por cima quando leva uma rasteira, a minha maior vontade é arrancar essa sua casquinha frágil. Assim poderá ver quanto sangue ainda pode sair da sua ferida e não se preocupará em machucar outra pessoa.
Chore, vá lavar esse machucado e nada de querer bater em mais ninguém!
Ou contarei tudo para o papai e a mamãe!
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João Cappello
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domingo, 5 de abril de 2009
Rebelião interna de presos
Um encontro ao acaso. Nada de extraordinário por fora e grandiosas revoluções acontecendo por dentro, afinal eram duas novas paixões. Uma nem era tão nova assim, mas a outra era novíssima, tanto que até poucos instantes era desconhecida.
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João Cappello
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sábado, 24 de janeiro de 2009
Para finalizar
Esperava por uma palavra
para terminar tudo
e conseguir me livrar
de qualquer sentimento
alguma memória
e todo o mal estar
Já não imaginava
um desfecho alegre
só queria paz
mas ainda faltava uma palavra
para retomar o rumo
e parar de olhar para trás
Arrancaram-me os retrovisores
Porém, ainda tinha pesadelos
E conseguia ver o passado
Até que a palavra veio
pegou-me de surpresa
até achei que havia inventado
O que começou no despertar
após passar por muito sono
O jogo tem seu fim agora
Para finalizar
Ainda queria dizer uma palavra
Antes de ter que ir embora
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domingo, 18 de janeiro de 2009
Jogo de opiniões
Por Todos
João: Eu até estava começando a dormir, depois do sono. Nem passou muito tempo e me acordaram.
Edu: Sério?
João: Ainda estava com um pouco de sono, mas continuei acordado. Para nada... só havia o silêncio.
Cappellinho: Você foi um idiota! Pediu para ser acordado, não deveria esperar outra coisa. Se fosse eu dormiria tranquilo com uma plaquinha com os dizeres "Não perturbe" na porta.
Pandys: Não tinha nada que pedir. Tinha mais é que sair escondido por aí enquanto pensavam que você estava dormindo para sair por aí e curtir a noite.
Cappellinho: Ou o dia. Ou os dois.
João: Eu estava cansado, precisava dormir e descansar um pouco. Por isso que pedi para me acordar. Achei que valeria a pena. E também, não queria ficar dormindo por muito tempo.
Edu: Dormir é bom. Leva embora muita coisa.
Cappellinho: É. Leva embora muita coisa e assim, você perde muita coisa também!
Pandys: Espera, quero entender melhor. Você estava dormindo, foi acordado e...?
João: E nada. Continuo mergulhado no silêncio esperando uma palavra.
Edu: Oh... que... bonito...
Pandys: Que deprimente! Pare de esperar por palavras! Diga as suas próprias e faça o seu caminho. Suas próprias palavras farão você se encontrar.
Edu: Ou se perder...
Cappellinho: Pelo menos irá para algum lugar!
Pandys: Melhor do que ficar aí nessa. Escuta! Tem alguém vindo aí verificar se você está dormindo mesmo.
Edu: E ela não ficará nada feliz ao ver porque você acordou...
Cappellinho: Nós também não ficamos nada felizes!
Pandys: Você tem que realmente acordar e logo. Só que não desse jeito! Senão, logo não conseguirá mais dormir!
João: Ah! Querem saber? Vocês estão me deixando muito confuso. Prefiro ficar curtindo a paz desse silêncio que me angustia do que ficar aqui discutindo com vocês.
Edu: Hum...
João: Chega! Vocês precisam sair agora! Preciso voltar a dormir e disfarçar que acordei.
Pandys: Pff... o que vai ser bem difícil. Quer um conselho?
João: Não! Tchau!
Cappellinho: Se eu fosse você... escutaria...
João: Não! Saiam!
Edu: Snif.
Pandys: Falarei mesmo assim. Pare com isso! Eles estão chegando! Aproveite e acorde agora!
João: Não! Não dá!
Cappellinho: Deixe de ser teimoso e burro! Eles chegaram... Acorde!
Clic...
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domingo, 11 de janeiro de 2009
Sono
Cheguei a acreditar por um bom tempo e enquanto isso, sofria. Ninguém acreditava mais, eu resolvi não acreditar também e isso doeu mais do que tudo.
Hoje estou ótimo, deitado, relaxado aqui bem perto desse rio e um lindo dia pinta-se a minnha volta. Já cheguei a ter raiva, mas a raiva me prendia, resolvi soltá-la. E como ter raiva em um lugar assim?
Tudo é maravilhoso. Aquela folha em forma de coração me faz lembrar o passado. Um passado de mentira? Eu já não tenho mais tanta certeza e não há ninguém para me dizer o que é ou não.
E se fosse uma mentira? Ah, eu sentia uma saudade grande daquela mentira, mas não queria vivê-la de novo. Hum... mesmo com toda a confusão, eu precisava de uma palavra. E o vento balançando as folhas das árvores tentava me dizer o que eu queria ouvir.
Uma palavra para me soltar dessa saudade, para me tirar dessa dúvida. Apenas uma, mesmo, para me prender a um carinho infinito e me deixar em paz. Parece muito peso para uma palavra só. Mas não precisa ficar escolhendo minuciosamente essa palavra. Pode ser qualquer uma. E eu saberei que é real.
Agora preciso dormir, essas águas e folhas querem me distrair sussurando coisas em meu ouvido enquanto o vento tenta me hipnotizar, mas lembrarei de você, essa folha em forma de coração não me deixa esquecer e continuarei esperando por notícias.
Se eu estiver dormindo, não hesite em me acordar.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
pequenos comentários
Sim, isso é um momento meio "Diário". Se não gosta desse tipo de postagem é melhor abandonar esse post, mas se resolver continuar lendo, bom, eu prometo que tentarei não ser chato e espero ser breve.
Natal chegando, estou de férias (pelo menos até início de janeiro), tive mais tempo de fazer algumas coisas, postar no blog e também descansar bastante. Não consegui ainda falar com os outros membros do blog para saber como está a situação deles, ou simplesmente por onde andam. O único que tenho visto é Edu Ema. Aliás, conversamos bastante semana passada e ele, inclusive, postou uma parte de nossa conversa aqui no blog há alguns dias.
Nesses meus primeiros dias de férias posso dizer que me reencontrei com o cinema, pois havia um bom tempo que não frequentava uma sala de cinema. "Me reencontrei com o cinema" parece ter um grande peso... parece que passei horas assistindo grandes clássicos ou aos mais novos filmes cults de grandes diretores ou de novos diretores.
Na sexta assisti a um filme feito por amigos meus (e tinha que fazer o jabázinho aqui no blog). Foi o lançamento do filme Fuga, de Son Araújo (bom, a internet aqui está bem lenta, então joguem no google, orkut, youtube, que é bem fácil de achar trailers e maiores informações). Foi bem agradável, tanto o filme quanto reencontrar com amigos que não via há um tempinho.
Depois do programinha alternativo, voltei para o convencional. Nada mais pop e dentro do sistema do que ir ao cinema do shopping assistir ao filme Crepúsculo, adaptação do atual sucesso da literatura pop (alguns chegam a declarar fazer tanto sucesso quanto os livros deHarry Potter, mas aí já não sei). Já tinha ouvido falar sobre a história, mas ainda não tinha lido o livro. Assisti ao filme, gostei bastante, tanto que ontem comprei o livro.
E para terminar meu reencontro com o cinema, ontem estava começando a assistir Vovozona 2... ok, forcei a barra. Meu reencontro parou por aí. E o post termina aqui, estou com fome e também não gosto tanto desses momentos "Diário".
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
O Orkut é tão engraçado...
Não sei se vocês lembram, no início desse negócio de sorte do Orkut, as frases que apareciam eram bem no estilo daquelas de biscoitinho chinês (aquela coisa tentando parecer filosófica, mística e verdadeira ao mesmo tempo).
Depois, começaram a aparecer algumas frases meio sem noção, por exemplo, "hoje o dia amanheceu ensolarado para você sorrir", "nos dias chuvosos, tente fazer alguma coisa dentro de casa". Não sei, acho que eles começaram a tentar dar conselhos com essas frases.
Então, eles realmente perderam a noção e começaram a enviar frases como: "seu amigo está tentando falar com você, mas não consegue" ou "hoje você terá uma boa refeição e lembrará disso".Ok, "super-Orkut" tentando adivinhar o nosso futuro e o nosso presente, porque o nosso passado ele já sabe!
Hoje, eu faço o login no Orkut e vejo a seguinte frase: "What we think, we become (Please don't think you are a superhero and don't try to fly)". Agora, além de dar o conselho misturado com uma filosofia barata de auto-ajuda ainda ganho o bônus de uma interpretação irônica?! Ah, Orkut, você é tão engraçado!
Eu tenho até medo de quando essa ironia amistosa engraçadinha começar a evoluir...
Pensando bem... acho que já sei o que fazer! Vou mandar o currículo de Cappellinho para o Orkut. Quem sabe não o contratam para escrever as frases de sorte com complementos irônicos? Assim ele arranja alguma coisa para fazer e onde descontar sua doce amargura. E eu ficaria um bom tempo sem acessar o Orkut.
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domingo, 23 de novembro de 2008
Papo Cultural
Por João Cappello
Anônima 2: Amiga, ontem na novela, você viu?
Anônima 1: O quê, amiga?
Anônima 2: Ah! Ontem aquelas duas, as duas lex, as duas lebs, as...
Anônima 1: Hãn? As o quê?
Anônima 2: As leschi, as duas lebas, as duas axilas!
Anônima 1: As duas axilas?
Anônima 2: É, uma defendendo a outra na novela, você viu?
Eu: ai, ai, ai...
...
Anônimo 1: É por isso que eu digo que minha filha quando crescer vai usar burca! Ela pode até pedir uma burca rosa, mas que vai usar, vai!
Anônima 2: Hum... é...
Anônima 1: (falando baixo para mim) Pergunta para ela o que é burca, pergunta o que é burca!
Eu: Anônima 2, o que é uma burca?
Anônima 2: Hum... é... han... é tipo assim, é como... a burca... é tipo aquela parada que coloca na boca, sabe?
Eu: Ah sim! Burca... boca. Entendi, como não havia pensado nisso antes?
Anônima 2: É...
Anônimo 1: Caralh*! (risos)
Anônima 1: Eu desisto! (risos)
Eu: Vou subir. (depressão)
Confira mais papos anônimos aqui!
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Pausa
Bom, ainda temos Cappellinho, Edu e Pandys para postar aqui, então espero que iso não fique muito abandonado.(Ou seja, Pandys, pare de enrolar com sua teoria e poste logo. Cappellinho que ficou me criticando tanto, faça melhor, poste o seu grande conteúdo! E Edu Ema, bom, sei lá, posta alguma coisa também, mostre serviço, oras!)
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João Cappello
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Sobre "Paixão"
É difícil entender como sente-se uma torre em pleno litoral. É grandiosa, parece inabalável, mas ninguém sabe sobre seu desejo de ser farol. Porém, como acreditar nisso ao sentir toda a frieza de suas paredes? Sua iluminação própria mal serve-lhe bem, como poderia iluminar ou guiar outros?
É um litoral perigoso, o mar é agitado e pouco navegado, desconhecido. O frio, que traz as tempestades de neve e as grandes pedras de gelo só acentua o perigo. E a torre está lá, inabalável, com toda a sua altura e pose, tomando posse de seu império de escuridão e inosptabilidade.
Foi quando decidiu ser farol que resolveu abdicar do uso da luz em si própria para tentar iluminar alguém. Uma decisão difícil, nem se conhecia por completo. Com aquela pequena luz era realmente impossível. Contudo, após tantos anos já pensava que se conhecia muito bem, achando-se estável e suficiente.
Um barco apareceu por aqueles mares, estava perdido. Como ajudar, como iluminar o caminho? Como mostrar que estava ali? Havia decidido ser farol, mas não tinha estrutura e nem sabia como ser isso. Resolveu ficar transparente para compartilhar ao máximo sua luz. Em um curto intervalo de tempo conseguiu visualizar o barco, não muito bem e muito menos por completo, mas só aquela parte mal iluminada já foi o suficiente.

Queria ser farol, queria ajudar aquele barco, queria guiar, oferecer um caminho, um caminho até ela. Havia o desejo de ser percebida. E esse desejo gerou uma força que aumentou infinitamente a capacidade da luz da torre. O grande problema é que ela não estava preparada para isso. Por fora continuava a fria e estável torre e por dentro o calor e energia do desejo faziam com que tudo começasse a derreter e, incrivelmente, pela primeira vez, a torre estava suando. Todo o seu contéudo era uma confusão quente, uma explosão de luz intensa e nada se via por dentro, porém tudo se via por fora. Estava transparente.
Nesse pequeno tempo em que não conseguia ver a si própria, a torre só via o barco, até o momento em que o barco e a torre eram apenas energia. Para falar a verdade não existia mais barco e nem torre, existia paixão. Paixão que era luz, era cor, era quente, era vida.
Porém, ainda havia escuridão em volta. Assim como ainda havia o frio, o gelo e todos os outros perigos, que também continuavam essenciais. Era necessário e essencial! Perigos e paixões geram contraste.
Contraste sobressai, contraste cria, assim como desconstrói. Contraste é amor.
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João Cappello
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
Concluindo...
Perguntaram-me, ontem, ao saber de um novo integrante no Ocappello e da volta de Cappellinho e Edu Ema "Jaum, qual o pré-requisito para escrever no seu blog?"Bom, eu achei que a resposta era bem óbvia, clara, e já fui abrindo a boca para responder, quando... er... pré-requisito, é, bem, vejamos, a característica em comum que...
Resumindo, não consegui responder e fiquei pensando nessa questão o dia inteiro e, finalmente, cheguei a uma conclusão:
- O pré-requisito básico para escrever no Ocappello é ser feito no Paint.
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João Cappello
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